A ruptura de uma corrente de içamento resultou em um acidente severo durante o carregamento de tubos. Entenda os fatores críticos e como a inspeção e a NR-11 evitam tragédias na movimentação de cargas.
Durante uma operação de carregamento logístico de tubos metálicos no leito de um caminhão, um grave acidente de trabalho foi registrado por câmeras de segurança. Segundo a análise das imagens, uma das correntes de sustentação do guindaste sofreu ruptura estrutural, fazendo com que a carga pesada se deslocasse violentamente e atingisse um trabalhador posicionado de forma equivocada na área de risco.
O impacto resultou em traumas severos de esmagamento, evidenciando quebras drásticas nos protocolos de segurança industrial. No portal Acidente Trágico, nossa missão é transformar esses tristes registros visuais em estudos de caso indispensáveis. O vídeo deste episódio serve como uma dolorosa lição sobre como falhas operacionais combinadas criam cenários irreversíveis.
A análise técnica do ocorrido aponta para infrações diretas às normas de movimentação de cargas, especialmente a NR-11. Acidentes dessa magnitude raramente possuem uma única causa. Eles são o resultado de fatores combinados:
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Falha no Sistema de Amarração (Rigging): O dimensionamento incorreto do peso da carga em relação à capacidade suportada pela corrente de içamento.
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Posicionamento Inseguro do Trabalhador: O colaborador encontrava-se na “zona de sombra” ou “linha de fogo” da carga suspensa, um erro fatal em caso de queda.
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Inspeção Inadequada dos Acessórios: A ausência de um checklist pré-operacional que identificasse fissuras, desgaste ou fadiga no metal das correntes antes do início da manobra.
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Ausência de Isolamento de Área: Falta de barreiras físicas (cones, correntes de sinalização) para impedir o trânsito de pessoas não autorizadas durante a movimentação.
Esses fatores, quando somados, transformam uma rotina logística comum em uma armadilha fatal.

















